Sabe... Essa semana eu aprendi o significado da palavra saudade. Saudade dói e muito. É uma dor que aperta o peito e nos impossibilita de respirar. Por mais que tente se distrair, aquela dorzinha sempre volta, e quando você percebe, já está tentando adivinhar no que a pessoa está fazendo, se ela está bem ou se está pensando em você com a mesma frequência que você pensa nela.

Essa semana eu li e reli a carta que você me escreveu. Eu olhei todas as nossas poucas fotos juntos. Eu cacei todos os áudios que você me mandou enquanto estava fora só para poder ouvir sua voz me dizendo que estava sentindo falta de mim. Bateu aquela saudade... Cadê você, hein?

Essa semana eu descobri que eu te amo muito mais do que pensei. Que foi difícil para mim reduzir repentinamente o tempo das nossas conversas, mas aqueles poucos minutos, eu matava um pouco a saudade que eu sentia (ainda sinto) de você. Que por mais clichê que isso possa parecer, eu não vejo mais a minha vida sem você nela. Ela era tão sem graça, aí você chegou e coloriu ela.

Sabe... Eu senti falta dos seus abraços, eu senti falta dos seus beijos, do seu toque. Das nossas conversas e das suas zoações. Quis seus braços ao redor de mim, me esquentando nesse tempo frio e você não estava aqui. Bateu aquela saudade... Cadê você, hein?

O pior disso tudo, é sentir saudade e não poder fazer nada para matar esse sentimento. Não poder ir atrás e te ver nem que fosse por 15 minutos, porque você estava há 6 horas de distância de mim. E mesmo com todas as mensagens e áudios, esse aperto só aumenta e nunca passa.

Essa semana eu percebi que eu não gostei nem um pouco disso e que não quero passar por isso de novo nem tão cedo. Saiba que eu te amo demais e que distância nenhuma vai me fazer te amar menos.

"Saudade é não saber. Não saber o que fazer com os dias que ficaram mais compridos, não saber como encontrar tarefas que lhe cessem o pensamento, não saber como frear as lágrimas diante de uma música, não saber como vencer a dor de um silêncio que nada preenche."



Sabe? Eu nunca fui uma garota de sorte. Sempre levava a culpa por causa dos outros. Sempre era a zoada da turma. O carinha que eu gostava sempre preferia a outra. Sempre sonhava alto e levava um tremendo tombo por causa da altura imensa.

Mas, na verdade, descobri que tenho muita sorte. Sorte por ter conhecido você. Sorte por ter insistido em você, porque eu sabia que você valia a pena. Sorte por não ter desistido quando me aconselharam a te esquecer, e pode acreditar, foram muitas vezes. Sorte por não ter dado ouvido ao que falavam de você para mim. Sorte por você ter visto em mim, uma chance de tentar ser feliz, de começar de novo.

O que seria de mim sem os meus ‘bom dia’ todas as manhãs (ou no meu caso, as tardes)? O que seria se eu não tivesse você para eu poder me irritar quando você fica estranho do nada? O que seria dos meus passeios se eu não tivesse você para segurar minha mão e me encher o saco por qualquer coisinha boba? O que seria de mim se eu passasse minha vida sem ouvir um ‘eu te amo’ seu? O que seria se eu não conhecesse o verdadeiro amor ao seu lado?

Eu percebi que azar mesmo, seria se eu não te conhecesse. Se eu não conseguisse enxergar o cara incrível que você é. Se eu não tivesse a sorte de te ter para mim. Percebi que sonhar nunca é demais, pois um dia, você perceberá que a sorte sempre esteve do seu lado.

“Sorte minha ter você, sorte nossa ter a gente.”